A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu três homens em flagrante e apreendeu aproximadamente 10 mil garrafas de bebidas alcoólicas adulteradas. A ação aconteceu na segunda-feira (24), em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba.
A operação foi realizada com apoio de equipes do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), do Procon de Campo Largo e da Vigilância Sanitária municipal.
Conforme o delegado da PCPR Nasser Salmen, durante as buscas em estabelecimentos e depósitos, foram encontradas bebidas sem procedência legal e com sinais de adulteração em rótulos, lacres e conteúdo.
A maior parte das garrafas apreendidas era de vinhos de diferentes marcas. Também foram localizados lotes de cachaça, grapa e outros destilados que seriam destinados à comercialização.
“A ação é um desdobramento da primeira fase da operação, realizada em maio, quando foram apreendidas mais de 8,4 mil garrafas de vinhos e diversas cervejas com indícios de irregularidades em um centro de distribuição localizado no bairro Xaxim, em Curitiba”, disse o delegado.
Durante a investigação, a Polícia Científica do Paraná concluiu a perícia das cervejas apreendidas na primeira fase. O laudo confirmou a adulteração dos produtos, incluindo a troca de tampas, a substituição de rótulos de marcas populares por marcas de maior valor e a presença de substâncias inadequadas para consumo.
Segundo a PCPR, as bebidas apreendidas em Campo Largo foram catalogadas e encaminhadas para perícia. Após a conclusão dos laudos, os produtos serão destruídos conforme os protocolos sanitários e ambientais.
Os três empresários foram encaminhados ao sistema penitenciário. As investigações continuam para identificar outras pessoas envolvidas no esquema de falsificação e distribuição de bebidas adulteradas.
DENÚNCIAS
A população ainda pode contribuir com investigações que estejam em andamento. Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia.
Se o crime estiver acontecendo neste momento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.
Fonte: Tnonline
Karoline
Foto: divulgação/polícia civil

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