O **El Niño de 2026 ganhou força antes do período de pico** e já apresenta uma das maiores intensidades registradas para setembro, com o índice RONI em 2,1°C. Projeções da NOAA apontam que o fenômeno pode se intensificar ainda mais até o fim do ano e ter uma das maiores intensidades desde 1950.
No Brasil, os efeitos já aparecem de forma desigual: enquanto **67,4% do território enfrentava algum nível de seca em agosto**, o Sul registrava chuvas acima da média e estava livre da seca. Na Amazônia, os focos de incêndio aumentaram, enquanto temporais deixaram milhares de pessoas desalojadas ou desabrigadas em setembro.
A previsão é de que o **El Niño continue se fortalecendo até o fim de 2026**, embora ainda exista incerteza sobre a intensidade máxima que o fenômeno poderá alcançar.
Karoline
Foto: Reprodução/X

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