Duas pessoas morrem em confronto com a polícia, e helicóptero da PM faz pouso de emergência no Paraná

Foto: CGN

A Polícia Militar do Paraná divulgou uma nota oficial com novos esclarecimentos sobre a operação policial que terminou em confronto armado, duas mortes e na queda de um helicóptero em Matelândia, no oeste do Estado.

Segundo a corporação, o helicóptero Falcão 12, que atua na Base Oeste da PMPR, prestava apoio aéreo a uma ocorrência de acompanhamento tático a dois indivíduos em fuga quando foi necessário realizar um pouso de emergência nas proximidades do município. Os três tripulantes da aeronave não sofreram ferimentos, sendo registrados apenas danos materiais.

O confronto em solo ocorreu após os suspeitos desobedecerem a uma ordem de parada, evoluindo para troca de tiros. Dois indivíduos morreram no local, enquanto nenhum policial que atuava em terra ficou ferido. Após a ação, as equipes localizaram e apreenderam cerca de três toneladas de material ilícito, que foi encaminhado para os procedimentos legais.

De acordo com a PMPR, as circunstâncias do acidente com a aeronave serão devidamente apuradas, seguindo os protocolos administrativos e operacionais. As comunicações às autoridades aeronáuticas e aos órgãos responsáveis pela investigação já foram formalizadas. A região oeste do Paraná é considerada estratégica no combate a crimes transfronteiriços, devido à proximidade com a fronteira.

Nota oficial na íntegra

NOTA À IMPRENSA

A Polícia Militar do Paraná (PMPR) informa que, na tarde desta quinta-feira (5), o helicóptero Falcão 12, que atua na Base Oeste do Estado, encontrava-se em apoio a uma ocorrência policial nas proximidades do município de Matelândia, onde ocorria um acompanhamento tático a dois indivíduos em fuga, quando foi realizado um pouso de emergência.

Os três tripulantes não se machucaram, restando apenas danos materiais na aeronave.

As circunstâncias do acidente serão devidamente apuradas, e as medidas administrativas e operacionais, bem como as comunicações às autoridades aeronáuticas e aos órgãos responsáveis pela investigação, já foram adotadas, conforme os protocolos previstos.

Fonte: CGN